Corvette Brasil

Maior conteudo sobre Chevrolet Corvette na língua Portuguesa.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Catálogo de venda do Corvette 1986



Finalmente a volta do conversível! 1986 marcou a volta da versão roadster que tinha sido fabricada por último em 1975. Foi também o ano que o motor L98 recebeu cabeçotes de alumínio e freios ABS eram agora itém de série. Além disso, em 1986, o Corvette conversível teve a honra de ser o pace car das 500 milhas de Indianápolis sendo guiado por um dos meus heróis de infância. O piloto do pace car era nínguem menos que o às da Segunda Guerra e o primeiro piloto à quebrar a barreira do som: Chuck Yeager.

Catálogo de venda do Corvette 1985



No segundo ano do C4, uma grande novidade: novo motor! Estréia do L98 que aumentou a potência em 25hp do antecessor e agora vinha com 230hp! Maior economia e eficiência devido ao novo sistema Tunned Port da Bosch. Em 1985, em comparação, um Ferrari 308 rendia 240hp na versão Européia e pouco menos na versão Americana. Foi também o ano em quem James Bond andou num Corvette no filme A View to a Kill.

Catálogo de venda do Corvette 1984



Retomando a nossa série de catálogos originais do Corvette, dessa vez é o de ano 1984 onde iniciava-se a saga do C4. O C4 é um dos Corvettes mais interessantes e revoluncionários que foi lançado e já escrevemos a sua história aqui. Fica aqui o registro do catálogo original para aqueles que, em breve, poderão importar os primeiros C4 para o Brasil devido ao fato do carro estar prestes a completar 30 anos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Catálogo de venda do Corvette 2012



Em primeira mão: o catálogo da linha 2012.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1982



O último ano do C3 foi 1982 e, como de costume, coisas interessantes aconteceram no mundo do Corvette. 1982 foi o ano que o carro recebeu o sistema de injeção que estava ausente por 20 anos. Desde 1955 o Corvette teve a opção de câmbio manual e, em 1982, isso deixou de existir sendo o automático a única opção. O novo sistema de injeção, agora eletrônico, era o Cross-Fire que conseguia fazer 80 ajustes por segundo e também seria usado no primeiro ano do C4 que seria introduzido em 1984. Devido as dificuldades de se trocar o ferramental, não haveria Corvette 1983 uma vez que o C4 acabou atrasando ainda que o objetivo era ter um novo carro para comemorar os 30 anos da série. Em 1982 o vidro traseiro do Corvette podia ser aberto o que deu um tom de verdadeiro hatchback para o carro. Foi também nesse ano que uma versão do Corvette excedeu o custo de $20.000 Dólares, seria a Collector's editon apresentada em dourado. Depois do salto, mais sobre o modelo.

Catálogo de venda do Corvette 1981



1981 trouxe mais melhoramentos para o C3 mas também foi o último ano da opção do câmbio manual de 4 marchas para o C3. Foi também o primeiro ano que o carro seria produzido em duas fábricas ao mesmo tempo: a antiga de St Louis e a nova em Bowling Green Kentucky. Interessante que a fábrica nova tinha ferramental de pintura muito superior de forma que alguns 1981 que foram fabricados em Kentucky tinham a opção de duas cores. Os carros com transmissão auomática tinham agora uma suspensão traseira nova com mola de única de Fiberglass que eram uns 15 kilos mais leve enquanto que os de transmissão manual vinham com o tradicional feixe de molas de metal.

Catálogo de venda do Corvette 1980



Para 1980 algumas mudanças foram bem interessantes. Além de alguma modernização cosmética, as novas peças de fibra foram refeitas com menos material o que deixou o carro uns 120 kilos mais magro. O teto também teve uma novo composto de fibra mais leve e um novo motor, com míseros 180 hp, foi oferecido na Califórnia para combater a poluição chamado de LG4. O motor básico, L48, agora rendia 5hp a menos com 190hp enquanto que o L82 ganhou 5hp a mais chegando aos 230hp. Todos os motores eram carburados e, agora, a/c, vidros elétricos e direção regulável eram de série. Depois do salto, mais Corvette 1980.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1979



1979 teve poucas mudanças em relação ao 1978. Porém, as duas opções de motores ganharam 5 hp para o L48 com 195hp e 10 hp para o L82 agora com 225hp. O banco do passageiro agora poderia ser dobrado no mesmo nível do bagageiro. Os bancos do carro também iriam reduzir em peso e um spoiler opcional do pace car de 1978 conseguia reduzir em 5% o arrasto. Alguns dos ultimos 1979 fabricados receberam o castigo do novo velocímetro com máxima de 85mph pelas regulamentações do governo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1978



1978 foi o ano que o C3 recebeu outra modificacão notável: uma traseira com vidro fixo hatchback. Todos os Corvette 78 tem um logo de 25th anniversary, independente da versão. Como o Corvette foi o pace car para a Indy 500 de 1978, uma edicão especial pace car réplica foi criada e 6.502 foram fabricados, um para cada concessionário Chevrolet nos EUA. Todos os carros foram fabricados com carburadores quadrijet da Rochester e a versão L82 rendia agora 220 hp.

Catálogo de venda do Corvette 1977



Em 1977 o C3 perdeu o nome Stingray que tinha sido resgatado em 1969. O volante do Vega que foi parar no modelo 1976 foi agora substituido por um exclusivo de 3 raios. A cor do bloco do motor foi trocada de laranja para azul porém alguns 1977 inciais vieram com motor laranja. Bancos de couro eram agora de série ilustrando que o Corvette era agora um GT de luxo e não mais o muscle car de antes. Freios servo assistidos e direcão hidráulica eram de série e não mais opcionais. Porém os tetos de acrílico que iriam estreiar em 1977 acabaram não virando realidade. 1977 foi o último ano em que o vidro traseiro e os pilares originais do C3 foram mantidos. O carro receberia um vidro mais aerodinâmico em 1978.

Catálogo de venda do Corvette 1976



Em 1976 o capô do Corvette foi modificado para puxar ar mais adiante do radiador. Rodas de alumínio seriam opcionais para o C3 finalmente. Um painel de aco foi instalado debaixo do carro no lugar do antigo de fiberglass para tirar o ruido. Foi o ano em que o volante foi trocado pelo mesmo de 4 raios do Chevrolet Vega, mais barato, o que gerou vários protestos. Porém o volante de 1976 era menor do que os anteriores. O volante seria revisto para 1977. 1976 foi o último ano do nome Stingray para o C3.

Catálogo de venda do Corvette 1975



1975 foi outro ano de últimos: digo o último ano dos roadsters C3s. Foi o ano que o Corvette comecou a focar em ser mais um GT de luxo do que um carro esporte devido aos problemas causados pela legislacão anti-poluicão junto com a falta de tecnologia eletrônica para gerenciamento de motores. Ainda, em 1975, o conta-giros do Corvette já não era mais pelo vácuo do motor e sim eletrônico através de uma placa impressa bem primitiva. Assim, em 1975 é possível encontrar Corvettes em que o conta-giros não funciona. Isso porque a placa precisa ser trocada e pode-se encontrar uma sem muita dificuldade. 1975 foi também o primeiro ano dos catalizadores e o primeiro ano em que o distribuidor foi trocado pelo novo sistema HEI (high energy ignition). Em 1975 uma buzina chata tocava quando os faróis não estavam desligados. No velocímetro em milhas havia o equivalente em kilometros com letras menores sendo invertido para o mercado Canadense. O parachoque traseiro de uretano era agora em uma única peca. Foi o ano em que Zora Arkus-Duntov se aposentou (foi forcado pelas regras da epoca em relacao à sua idade) e acabou comprando o seu Corvette 1974 de uso. Anos depois, quando o vendeu, conseguiu $100.000 Dólares pelo seu 1974!

Catálogo de venda do Corvette 1974



Para 1974 a metamorfose do C3 ficou completa com a legislacão Americana influenciando a traseira do desenho do carro também. Agora com um parachoque de uretano moldado em duas partes, já que em 1974 a fábrica não conseguiu fazer uma peca única. Foi também o último ano do big block 454ci ainda que a potência eram míseros 270hp. Notem, a GM sempre teve o hábito de subestimar a potência dos motores devido ao custo de seguro. Dessa forma, nem tudo o que se lê do Corvette em termos de potência é real. A verdade é que o número na prática é sempre um pouco maior. Foi num 1974 conversível e automático que eu tive a minha primeira experiência com um Corvette.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1973



Pode-se dizer que 1973 foi o começo do fim para o C3. As novas legislações de segurança e anti-poluição dos EUA começaram a afetar o desenho dos carros. Para 1973 a frente original do C3 foi alterada para incluir um novo parachoque de uretano e uma estrutura bem mais forte para impactos frontais o que custou um bom peso extra para o Corvette. A traseira, no entanto, ficou intocada. Já o capô era maior e iria substituir os elegantes mas problemáticos limpadores escondidos na porta de vácuo que existiu de 1968 à 1972 como no Mako Shark II. O capô maior do 1973 escondia os limpadores sem precisar do sistema o que era muito mais simples e menos problemático. Foi um ano único para o Corvette, uma mistura do clássico com o que estaria por vir. Como consolação, foi o ano do C3 que mais agradou Larry Shinoda. Ainda que os 1973 valem mais hoje que os anos posteriores, ainda não tem o mesmo valor dos anos originais que acabaram em 1972. Ainda sim, um bom ano para o colecionador novato.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1972



Chegamos então ao último ano de produção dos chrome-bumpers. Para 1972 a carroceria seria ligeiramente alterado para ter paralamas mais pronunciados das rodas de forma a proteger melhor a pintura. Com isso, esses carros podem ser equipados com pneus mais largos. Os motores e a potência seram os mesmos de 1971 porém agora medidos em hp líquido e não total como antes. O método usado era o SAE. Assim o que eram 270hp para o 350ci de 71 cairam para 200hp em 1972 porém a potência na verdade era a mesma. 1972 teve também a raridade de que ar condicionado seria uma opção também para o motor LT1 e 240 carros foram fabricados assim tornando-os hoje muito desejáveis. Foi o último ano do vidro traseiro removível para o cupê e também o primeiro em que o sistema de alarme seria de série em todos as versões do Corvette. Depois do salto, mais detalhes do carro.

Catálogo de venda do Corvette 1971



Devido à greves e também um atraso na produção do modelo 1970, o Corvette 1971 é praticamente idêntico ao 1970. Porém a compressão dos motores fora reduzida devido às novas gasolinas sem chumbo, ou unleaded como é conhecida nos EUA. Apenas 17.316 carros foram feitos em 1970 e outros 21.801 em 1971. Por essas e outras razões é que os Corvette chrome-bumpes (1968-1972) valem muito mais que os demais C3s. 1971 foi também o último ano do sistema de fibra ótica para monitorar os faróis que entrou em 1968. 1972 viria sem o problemático porém charmoso sistema. Detalhe: apenas os últimos carros de 1971 vieram com o motor devidamente feito para a gasolina moderna. Carros anteriores tem que ter seu motor refeito (comando de válvula, cabeçote e juntas de cabeçote) para evitar quebra por explosão. Os últimos carros com ano 1971 vieram com os faróis auxiliares em cor ambar como os de 1972. A carroceria é a mesma do modelo de 1970.

domingo, 29 de maio de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1970



1970 foi o ano em que algumas mudanças estéticas aconteceram ao Corvette. A grelha fontral foi alterada assim como as luzes auxiliares passaram a serem triangulares ao invés de redondas. Nos paralamas dianteiros, as saidas de ar do motor atrás das rodas tinha um desenho muito bonito tipo rede que ficou ate 1972. Os cintos de segurança eram de 3 pontas e de série no cupê dessa forma. Mas a boa nova estava por conta do motor big block que agora tinha 454ci ao invés de 427ci. Mas melhor que o big block somente o ZR1. 1970 foi o primeiro ano do motor LT1 do ZR-1 com 350ci e era a opção correta do Corvette à comprar.

Catálogo de venda do Corvette 1969



Para 1969, os problemas de produção do primeiro ano do C3 foram sanados e havia mais espaço interno. Porém danos à imagem do carro foram feitos, e assim, o nome Stingray voltou ao Corvette porém dessa vez com uma palavra só ao invés de duas. O motor básico passou a ser o 350ci ao invés do clássico 327ci até então. Em 1969 havia como opcional de série os escapes laterais conhecidos como side-pipes. Foi um ano especial para o Corvette o que mostra no valor de venda de hoje de vários exemplares dessa safra. Porém o supra sumo foi mesmo o raríssimo ZL1.

Catálogo de venda do Corvette 1968



1968 marcaria o primeiro ano de uma das mais longas gerações do Corvette: a C3. Notem que na capa do catálogo está James Garner sentado ao volante. O novo Corvette C3 era baseado no Mako Shark II e tinha umas linhas extravagantes desenhadas também por Larry Shinoda. O carro era mal acabado, perto do 1967 C2, as peças da carroceria tinham muitas folgas, haviam outros problemas de qualidade e o espaço interno para o ombro dos ocupantes era bem menor devido ao desenho garrafa de Coca-cola do carro. Mesmo assim foi um estrondoso sucesso e vários foram vendidos. Em 1968 o C3 tinha uns ítens bem diferentes do 1969. Em primeiro lugar, a chave de ignição era no painel como no C2. Havia um porta cinto de segurança no console do freio central, as maçanetas das portas não abriam a porta, algo que era feito por um botão na lateral da porta. Para completar, as luzes de ré ficam abaixo dos parachoques traseiros. 400 carros foram fábricados com alarme. Nos C3 chrome bumpers isso dá para ser notado pela fechadura na parte traseira do carro. Depois do salto, mais do primeiro C3 que não tinha o nome Sting Ray.

sábado, 28 de maio de 2011

Catálogo de venda do Corvette 1967



Tudo o que é bom, uma hora acaba. E 1967 foi então o último ano do Sting Ray C2. Na verdade, era para ser 1966 mas problemas técnicos com o novo C3 deram um ano extra para a mais bela série do Corvette. E o que temos de especial em 1967? Bem, em primeiro lugar os 427ci ganharam um novo capô com o famoso Stinger. O freio de estacionamento viria montado no console cujo estilo iria ser transplantado para o C3. Um pequeno nose job, com novos parachoques dianteiros é quase imperceptível. 4 novas cores também iriam diferenciar alguns 1967. A motor de potência máxima agora gritava com 435hp. 1967 é definitivamente o meu ano preferido. O que acham?